Marcos Andrade

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Vacina brasileira contra a covid-19 tem sucesso em teste pré-clínico

Uma vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pelo Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da Universidade Federal do Paraná (UFPR) apresentou bons resultados em testes pré-clínicos com camundongos. Os resultados mostraram que a eficácia é mais garantida quando a proteção é administrada em duas doses.

Segundo comunicado enviado à imprensa, os testes foram divididos em três grupos. O primeiro recebeu a imunização com partículas do polímero bacteriano polihidroxibutirato (PHB) recobertas com partes específicas da espícula do vírus (capaz de infectar as células humanas), o segundo grupo recebeu uma versão nas quais a proteína viral foram misturadas ao Adjuvante de Freund, uma solução de antígeno usado como um imunopotenciador e o último grupo, de controle, recebeu apenas o polímero bacteriano polihidroxibutirato (PHB). A segunda dose de todas as vacinas foi administrada depois de 20 dias.

O que os cientistas observaram é que, após a primeira dose, a imunização contra a covid-19 não foi o suficiente para produzir anticorpos em quantidade “significativamente diferente em relação ao grupo controle”. Após a segunda dose, no entanto, os anticorpos foram produzidos em quantidade significativa.

A principal diferença da vacina, segundo a universidade, é que ela utiliza nanopartículas que imitam os antígenos do vírus em vez de vírus inoculado. Mas o que isso significa? Os cientistas explicam que os antígenos podem ser alterados para outras doenças, o que é um grande benefício. Também não existe partícula viral na fabricação dela, o que tende a deixar a proteção mais segura.

Exame


 

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