Marcos Andrade

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Enfermeira é esfaqueada ao chegar em hospital para trabalhar na PB; companheiro foi preso

  Um homem foi preso na manhã desta quarta-feira (20) suspeito de esfaquear a companheira, dentro do Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. De acordo com a assessoria de imprensa da unidade de saúde, a vítima, que é enfermeira, estava chegando ao local para trabalhar quando foi surpreendida pelo homem e golpeada com facadas nas costas, pescoço e cabeça.
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde informou que lamenta profundamente a tentativa de feminicídio praticada contra uma de suas profissionais quando chegava para iniciar sua jornada de trabalho no Hospital de Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes. Ainda segundo a SES, a mulher de 39 anos, que trabalha no hospital desde 2011, vinha sofrendo ameaças do companheiro.

O caso aconteceu por volta das 8h. Segundo a assessoria do Hospital de Trauma de Campina Grande, a enfermeira foi atingida com cerca de três facadas e precisou ser levada para o bloco cirúrgico da unidade de saúde.
Conforme informações de familiares ao hospital, a vítima tem uma filha de 2 anos. Após esfaquear a companheira, o suspeito foi detido por seguranças da unidade de saúde, que acionaram a Polícia Militar ao local.
De acordo com o comandante do 2º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Rogério Damasceno, o suspeito foi preso em flagrante e conduzido à Central de Polícia Civil de Campina Grande e ainda não se sabe o que teria motivado o crime.
Até as 8h30 desta quarta-feira, as informações da assessoria do Hospital de Trauma de Campina Grande eram de que a mulher permanecia no bloco cirúrgico da unidade com estado de saúde estável.

Nota da SES na íntegra

A Secretaria de Estado da Saúde lamenta profundamente a tentativa de feminicídio praticada contra uma de suas profissionais na manhã de hoje, 20 de novembro, quando chegava para iniciar sua jornada de trabalho no Hospital de Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes.
Eliete da Silva, 39 anos, é enfermeira e colabora com a qualidade dos serviços prestados por este hospital à população paraibana desde 2011 e vinha sofrendo ameaças de seu companheiro.


A violência doméstica é uma das mais brutais formas de violência, que atinge a mulher na sua autonomia. Eliete é vítima de um crime grave, praticada por quem a conhecia intimamente e sabia que atingí-la no seu ambiente de trabalho seria ainda mais humilhante e doloroso. O Hospital de Trauma de Campina Grande junto com a SES não medirão esforços para auxiliá-la, protegê-la e resgatar a sua dignidade, bem como colaborar com as autoridades policiais e a justiça.
Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande — Foto: João da Paz/Ascom Trauma de Campina GrandeHospital de Emergência e Trauma de Campina Grande — Foto: João da Paz/Ascom Trauma de Campina Grande
Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande — Foto: João da Paz/Ascom Trauma de Campina





Da edação com  g1


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