Marcos Andrade

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Onde esteve o prefeito de Serraria PB, curtindo o frio gaúcho ou o Congresso Nacional?

O atual prefeito da cidade de Serraria, Agreste Paraibano Petrônio Cabocloco, responde a uma ação de improbidade administrativa, já ajuizada pelo Ministério Público Federal de Guarabira-PB. E mesmo após o acontecido, o prefeito se envolve em nova polémica, quando disse está em Brasília-DF cumprindo agenda administrativa e em busca de recursos para o município, o  fato é que o mesmo andou postando fotos em seu perfil no facebook, em uma lugar nada parecido com os gabinetes do Congresso Nacional, Petrônio esbanjou no mesmo período, belas fotos ao lado da sua família e também fez chekin nas redes sociais, na linda cidade gaúcha de   Gramado.

O MPF (Ministério Público Federal) fez uma denúncia ainda em 2012, onde  o atual prefeito da cidade de Serraria foi citado, ele vem tentando negar, dizendo não ter nada haver e que o seu advogado está fazendo a defesa. Ainda de acordo com informações, em 2012 o hoje prefeito era presidente da comissão de licitação no governo do ex-prefeito Brizola.



MPF ajuíza ação de improbidade contra prefeito e ex-prefeito de Serraria-PB. Gestores e empresário fraudaram licitação para realização de festas.



De acordo com informações a ação envolve  má utilização de recursos públicos federais oriundos de um Convênio nº 732393/2010, celebrado entre o Ministério do Turismo e o município, no valor de R$ 100 mil. Ainda de acordo com o MPF, houve fraude em licitação e superfaturamento na contratação da empresa Centauros Produções e Eventos para a realização do evento intitulado “Serraria Fest”, realizado nos dias 30 de abril e 1º de maio de 2010. Na época da fraude, Petrônio, atual prefeito, era presidente da Comissão Permanente de Licitação, na gestão de Severino.

Também são alvo da investigação, o   representante da empresa, Francinildo Ferreira dos Santos, , bem como a Centauros Produções e Eventos

O MPF pede a condenação dos réus com as sanções previstas no artigo 12, inciso II, e subsidiariamente, no inciso III, ambos da Lei n° 8.429/92, bem como nas despesas processuais. No que se refere à pessoa jurídica, o Ministério Público recomenda a aplicação de multa civil, ressarcimento dos danos sofridos pelo erário e proibição de contratar e licitar com o poder público, bem como de receber financiamentos, inclusive creditícios.

Já com relação ao prefeito e ex-prefeito, bem como ao empresário, o MPF requer à Justiça perda de função pública, suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa civil de até duas vezes o valor do dano, entre outras sanções.







Da redação Marcos Andrade

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